IV Mostra de Cinema da Amazônia em Porto Velho

De 23 a 25 de Maio, Porto Velho recebe a IV Mostra de Cinema da Amazônia – 44 filmes exibidos em 6 capitais da Amazônia e 3 cidades portuguesas.

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A “Mostra de Cinema da Amazônia” é um festival itinerante realizado pelo Instituto Cultural Amazônia Brasil, que utiliza o cinema como ferramenta de educação e comunicação; educação ambiental e intercâmbio cultural entre a Amazônia e o mundo.

O festival que já passou por 14 cidades e 5 países em seus quase 10 anos de existência. Em 2013, acontecerá no Brasil, Europa e Estados Unidos. Resultando em 60 dias de debates, encontros, fóruns e exibições de curtas, médias, longas, documentários e animações de todos os países envolvidos no projeto.

No Brasil a mostra percorrerá as capitais dos estados do Pará, Amazonas, Acre, Rondônia, Amapá e Roraima através de parceria firmada com os coletivos integrantes do Circuito Fora do Eixo.

As exibições ocorreram em teatros, cinemas, escolas, universidades, bibliotecas, fonotecas, videotecas, centros culturais e espaços públicos das cidades envolvidas, de forma gratuita.

Em junho a mostra atravessa o oceano e aporta em Portugal com uma programação que envolve shows musicais, intervenções, exposições e feira gastronômica em 3 cidades portuguesas.

Foram abertas inscrições para produções amazônicas (produzidas e filmadas na Amazônia) no período de 16 de março à 16 de abril de 2013, totalizando mais de 150 filmes inscritos. Após avaliação de uma comissão formada pela equipe de produção da mostra, 44 filmes entre curtas e médias de ficção, documentários e animações foram selecionados para compor a grade de programação.

Em Porto Velho a mostra vai passar na escolas, Estela Araújo Compasso (23), Joaquim Vicente Rondon (23), Maria Izaura (24), Engenheiro Francisco Erse (24) e termina com um debate sobre “Objetivos da Educomunicação para as Políticas Ambientais” no Casa Fora do Eixo Rondônia (25), contemplando todas as zonas da cidade.

Produzida pela Associação Cultura e Arte Organizando o Social em parceria com o Movimento Hip-Hop da Floresta e Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé com apoio do Departamento de Desenvolvimento ao Ensino da Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Fundação Cultural do Município de Porto Velho.

Programação:

23/05 – 08h às 12h – Escola Estela Araújo Compasso (Abertura, Mostra e Plantio de Mudas)

23/05 – 14h às 18h – Escola Joaquim Vicente Rondon (Mostra e Plantio de Mudas)

24/05 – 08h às 12h – Escola Maria Isaura (Mostra e Plantio de Mudas)

24/05 – 14h às 21h – Escola Eng. Francisco Erse (Mostra e  Encerramento com Show)

25/05 – 18h às 20h – Casa Fora do Eixo Rondônia (Debate “Objetivos da Educomunicação para as Políticas Ambientais”)

Mais informações acesse:

https://www.facebook.com/CasaForaDoEixoRondonia

ENDEREÇO:

Casa Fora do Eixo Rondônia: Travessa do Porto, 25 – Pedrinhas (Sub esquina com AV. Farquar, na rua em frente a CONAB)

Contatos Casa Fora do Eixo Rondônia:

Atendimento

Neila Azevedo dos Anjos (69) 81277044

Suporte

Francilei Dias (69) 93290709

Grito Rock Porto Velho 2013

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Foto: Avener Prado

Projeto chega à 11ª edição e vai conectar 30 países. Rondônia se prepara para receber o festival que começa em Fevereiro.

Depois de integrar todos os estados e regiões brasileiras e extrapolar as fronteiras conectando grande parte da América Latina, o Festival Grito Rock alcança 300 cidades de 30 países diferentes, este ano. Além dos latinos, outros países dos continentes da Europa, Oceania, África, por exemplo, integram-se ao evento. Produzido de forma colaborativa desde 2005, o Grito Rock foi criado como uma alternativa ao carnaval tradicional e em 2013 acontece entre o período de 1º de fevereiro a 03 de março.

A edição de 2013 escolheu o portal Toque no Brasil (www.tnb.art.br) como principal plataforma de conexão de agentes, produtores e artistas. Além das inscrições, o Toque no Brasil vai fomentar também turnês e shows. Estima-se a criação de aproximadamente 3 mil vagas para bandas de todo o país e turnês de pequeno, médio e grande portes, que devem ligar diversas regiões brasileiras.

O Festival que se consolida cada vez mais Rondônia, está acontecendo pela sétima vez em Porto Velho, quarta vez em Vilhena, terceira em Ji-Paraná, segunda em Cacoal e pela primeira vez em Ariquemes. Em Porto Velho, o evento acontece nos dias 01 e 02 de Março e as inscrições de bandas e artistas estão abertas, para a quinta edição realizada pelo Coletivo Cultura e Arte Organizando o Social – C.A.O.S. um ponto de rede do Circuito Fora do Eixo.

Link para inscrição:

http://tnb.art.br/oportunidades/grito-rock-mundo-2013/grito-rock-2013-porto-velho/

“O festival é construído colaborativamente pela rede de produtores formada a cada ano e que se fortalece com as conexões para potencializar a realidade local”, explica o coordenador nacional do Grito Rock, Felipe Altenfelder.  A produção colaborativa envolve cerca de 9 mil pessoas trabalhando direta e indiretamente, sendo divididos entre empregos formais e informais, autônomos, voluntários e – boa parte deles – são de colaboradores da produção, que recebem em moedas sociais ao invés da moeda oficial vigente (Real). “O Grito Rock foi a primeira tecnologia fora do eixo a mostrar numericamente a potência do trabalho replicado, multiplicado, descentralizado, aumentando o volume de moeda social investida no cenário cultural, em rede, distribuido nas pontas, chegando a atingir mais de 200 territórios no mundo com capacidade de se desdobrar em núcleos coletivos de empreendimentos culturais.” – comenta a gestora do Banco Fora do Eixo, Lenissa Lenza.

O Grito Rock é um dos grandes estimuladores das cadeias produtivas de pequenas cidades no interior, bem como em todas as capitais do país e demais pontos internacionais que realizam o festival. Estima-se que em 2011 o investimento total dos produtores combinados alcançaram aproximadamente R$2,2 milhões, injetados diretamente no mercado independente. O valor médio de cada evento também foi expressivo – em média foram aplicados $16.000,00, entre reais e moedas solidárias.

O projeto foi idealizado pelo coletivo Espaço Cubo no ano de 2003 em Cuiabá (MT). Com a criação do Fora do Eixo, em 2005 – o projeto se ampliou de forma conceitual e geográfica, envolvendo produtores de todo o país. Em 2011, o Grito Rock aconteceu em mais de 130 cidades, em oito países, movimentando 2 mil bandas e aproximadamente 200 mil espectadores. Na última edição, em 2012, foram 205 cidades realizadoras, 37% a mais em comparação com 2011, envolvendo a participação direta de aproximadamente 700 produtores culturais, de 15 países diferentes.

Fora do Eixo

Rede de trabalho colaborativa e descentralizada, constituída por mais de 120 pontos que há seis anos experimentam, compartilham e aprimoram tecnologias livres de  produzir cultura.  Acompanhe: http://facebook.com/foradoeixo

Concurso Logotipo Psicologia-UNIR

O Centro Acadêmico de Psicologia – CAPSI-UNIR abre inscrições para alunos, professores e interessados em participar do Concurso de criação do Logotipo oficial de Psicologia da UNIR.

Os participantes serão avaliados com base na criatividade, originalidade, comunicação, aplicabilidade e elegibilidade da criação. Acesse o regulamento http://bit.ly/Tzawyp

O Vencedor vai receber o prêmio de um celular de 3 chips, um Book fotográfico e um Almoço com acompanhante.

Faça inscrição pelo link: http://bit.ly/Ytj0IM

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Oficina de Vídeo – Técnicas de Filmagem

Oficina de Vídeo

A Casa Fora do Eixo Rondônia, campus da Universidade Livre Fora do Eixo na cidade de Porto Velho/RO, recebe a Oficina de Vídeo nos dias 02 e 03 de Fevereiro ministrada pelo fotógrafo e cineasta Ronaldo Nina. O instrutor atua no campo da Arte, Educação, Agroecologia e Tecnologias Sociais.

A atividade abre 20 vagas com a proposta de formação livre no campo da linguagem audiovisual e experimentações na região Norte do Brasil. Os participantes vão aprender a aproveitar o recurso de vídeo da sua câmera, como foco, movimentos, iluminação além de noções básicas de programas para edição.

Currículo Ronaldo Nina

Conteúdo:

-Técnicas de Filmagem com Câmera Fotográfica DSLR

– Convergência Tecnologia

– Como aproveitar o recurso Video de sua Câmera

– Dicas de foco, follow focus, marcação do foco,

– Monitoramento externo (monitor HDMI, VGA USB)

– Movimentos de câmera, câmera na mão, steadycam, grua, traveling. Mostrar imagens dos   mesmos e cenas realizadas, fazer um debate sobre viabilidade dentro da realidade de um fotógrafo.

– WB customizado

– Estilo de Imagem

– Menu de Câmera

– Configuração Áudio: Microfone Externo. Gravador Externo

– Velocidade obturador: relação FPS / Obturador

– Anel conversor Nikon / Canon

– Filtros ND

– Dicas Iluminação, diferença entre still e imagem em movimento

– Noções básicas de programas de edição de vídeo

Informações:

Data: 02 e 03 de Fevereiro

Horário: Sábado – 08h – 12h e 14h – 18h / Domingo 14 – 18h

Valor da inscrição: 100,00 R$

Local: Casa Fora do Eixo – Rondônia

Endereço: Venezuela, 4251 – Embratel (Em frente a Maternidade Municipal)

Inscrição: Formulário, ficha de cadastro dísponivel no site

Material didático: Certificado e DVD (com vídeo-aula e apostilas)

Duração do curso: 12h00

Acesse aqui: Ficha de inscrição

I Encontro Estadual dos Corredores Etnoambientais do Estado de Rondônia

I CORREDOR ETNOAMBIENTAL

Associação de Defesa Etnoambiental – Kanindé e a Secretaria de Desenvolvimento Ambiental – SEDAM, realizam nos dias 18 e 19 de Dezembro o I Encontro Estadual dos Corredores Etnoambientais do Estado de Rondônia – Construindo a Política Estadual de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais.

O encontro começa a partir das oito (08) horas no Rondon Palace Hotel e conta com a participação do do Sr. Confúcio Ayres Moura – Governador do Estado de Rondônia, Nancy Maria Rodrigues – SEDAM, Almir Narayamoga Suruí – Comitê Nacional de Política Indigenista, Marcos Apurinã – COIAB, Israel Vale – Kanindé e Edjales Benício de Brito – GTA.

Na programação serão debatidos as Perspectivas para implantação das Áreas Protegidas em Rondônia e Política Estadual de Desenvolvimento Sustentável de Povos e Comunidades Tradicionais de Rondônia. Além da constituição de Grupos de Trabalho (Indígenas, Extrativistas e Quilombolas) que fazem parte dos procedimentos metodológicos para fazer a construção do documento da PEPCT.

Programação:

18/12/2012

Manhã:

80:00 – Abertura Solene (cerimonial)

Mesa de Abertura

1. Governador do Estado de Rondônia- Sr. Confúcio Ayres Moura;

2. Secretária da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental-SEDAM-

Srª Nanci Maria Rodrigues;

3. Representante do Comitê Nacional de Política Indigenista-

Sr. Almir NarayamogaSuruí-LabiuayEsaga do Povo Indígena Paiter Suruí;

4. Representante da FUNAI – Joel Oronao;

5. Coordenador Geral da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira- COIAB – Sr. Marcos Apurinã;

6. Coordenador Geral da Kanindé – Israel vale;

7. Representante do GTA- Edjales Benício de Brito.

09:00 – Coquetel

10:00 – Corredores Etnoambientais em Rondônia

Palestrante: Ivaneide Bandeira-Conselheira da Kanindé

Almir Narayamoga Suruír

10:30 – Debate

11:00 – Mesa Redonda “Perspectivas para Implementação das Áreas Protegidas em Rondônia”.

Palestrante: SEDAM/ICMBIO/IBAMA/INCRA E FUNAÍ

11:30 – Debate

12h – Almoço

Tarde

14:00 Política Estadual de Desenvolvimento Sustentável de Povos e Comunidades Tradicionais de Rondônia.

Palestrante: Nanci Rodrigues – Secretária da SEDAM.

14:30 – Debate

15:00 – Lanche

15:30 – Lançamento do Prêmio Cultura Indígena.

Responsável: MINC.

16:30 – Constituição dos Grupos de Trabalho: (Indígenas, extrativistas e quilombolas)

Procedimentos metodológico – Edjales Benício – GTA-RO.

17:00 – Encerramento.

19/12/2012

Manhã:

08:00 as 12:00 – Grupos de Trabalho: (Indígenas, extrativistas e quilombolas)

Analise e sugestões para o texto da PEPCT.

10:00 as 10:30 – Intervalo (Lanche)

12:30 – almoço

Tarde:

14:00 as 17:00 – Plenária final.

17:00 – Lanche

 

O lançamento do Estúdio Floresta Sonora marcou o quarto dia de programação do Festejo BeradeRO 20 anos de Kanindé.

Durante o final da oficina de Home Studio, aconteceu o lançamento do estúdio Floresta Sonora que faz parte do programa de formação que promove a inclusão de jovens indígenas no meio social e digital. A inauguração emocionou a todos que acompanharam o processo de construção fazendo deste um dia muito especial para toda equipe da Kanindé.

Na oficina estiveram presentes os oficineiros e viventes participando e assistindo a uma apresentação musical e instrumental em conjunto com o grupo Comunidade Manoa. O arranjo foi produzido, mixado e editado,  onde todos  interagiram muito bem e conseguiram assimilar o estudo participando inclusive na prática.

Ocorreu também  uma oficina de grafite feita pelo artista plástico Botôto e demais participantes, onde todos deixaram sua marca na Kanindé expressando seus sentimentos e a forma como todos enxergavam a cultura neste evento, inclusive Neidinha fundadora da Kanindé.

Posteriormente teve uma solenidade em que cada um contou um pouco de suas experiências e vivência no festejo, a forma em que todos interagiram, Neidinha disse estar orgulhosa da aliança formada e agradeceu a todos em especial ao fora do eixo.

Caio Mota (Gestor da Casa Fora do Eixo Amazônia) enfatizou a coletividade, reciprocidade e o quão maravilhoso é todos estarem  fazendo parte de um mesmo processo.

Ao falar sobre as bandas que se apresentarão no evento Botôto diz adorar as música do Comunidade Manoa, e que só não rebola quem é aleijado, já o Dj Raffa disse que Manoa transcedeu o rapp e que pretende como proposta explorar em forma de trabalho a sonoridade da floresta envolvendo a todos que estão ligados com o Festejo BeradeRO.

Kanindé, Fora do Eixo e MHF investem em formação no terceiro dia da programação do Festejo BeradeRO 20 anos de Kanindé

O terceiro dia de programação do Festejo Beradero – 20 anos de Kanindé pautou fortemente a formação em sua programação, com o dia repleto de oficinas, o festival integrou ativistas ambientais interessados no denvolvimento de projetos de redução das emissões de carbono com a “Oficina de Elaboração de Projetos de REDD+”, na Unir-Centro, ministrada por Pedro Soares e Heberton de Barros. A abertura focou as mudanças climáticas e a importância do REED para a melhora desse quadro alarmante, além de falar-se também sobre os acordos internacionais envolvendo desmatamento e os projetos que visam combatê-lo.

Um dos pontos principais da oficina, foi a apresentação do Estudo de caso “Projeto Carbono Florestal Suruí- PCFS”, seguido de um debate, onde houve uma interação entre palestrantes e plateia. Aspectos ambientais, culturais, sociais e políticos foram abordados simultaneamente, englobando o problema e possíveis soluções que estão surgindo. O projeto de REED, está sendo amplamente difundido e vem sendo uma alternativa de tentar sanar esse problema que vem agravando-se gradativamente.

Outro foco no terceiro dia do festival foram os profissionais e amantes da música interessados no formato de estúdio caseiro na oficina ministrada pelo DJ Raffa na sede da Kanindé. A associação, através do programa de cultura digital, está somando esforços com os pontos de cultura Hurukunê-Wao  e Metareilá, que visam a formação e integração de jovens indígenas em tecnologias sociais e digitais para a implementação do estúdio. O Floresta Sonora (financiado pela Fundação Betty and Gordon Moore Foundation) é mais uma tecnologia social, desenvolvida pela kanindé, que estimula a produção musical desses jovens índigenas e sua inauguração será ao final da oficina.

Pessoas interessadas no processo da comunicação colaborativa, tecnologia utilizada para a cobertura do festival e que torna o processo de comunicação mais orgânico valendo-se da complexidade de olhares dos envolvidos com a cobertura, também foram contemplados na programação do terceiro dia. A cobertura, que já está acontecendo durante toda a programação do evento, prevê o envolvimento dos participantes para fazer fotos, vídeos e textos através de plataformas como as redes sociais na web. Através das trocas de conhecimento a construção da narrativa do evento acontece de forma totalmente colaborativa.

O Festejo Beradero – 20 anos de Kanindé prossegue suas atividades com a continuação das oficinas de estúdio caseiro e comunicação colaborativa.

Inscrições Abertas – Oficina de Home Studio

Festejo BeradeRO – 20 anos de Kanindé abre inscrições para produtores, músicos e entusiastas da cadeia criativa da música a participarem da oficina de formação de Home Studio durante os dias 21 e 22 de Novembro de 2012.

Claudio Raffaello (DJ Raffa) vai apresentar a produção musical dentro do estilo da música eletrônica (tecnologia da música). No ínicio da oficina vai acontecer o lançamento do Estúdio Floresta Sonora, um projeto da Kanindé que prevê a realização de várias produções no Centro de Cultura e Formação Kanindé.

Acesse o link e faça sua inscrição ->http://bit.ly/So5K0h

Gestão Ambiental Participativa Comunitária

A programação do Festejo BeradeRO – 20 Anos de Kanindé, inicia sua maratona de atividades na próxima Segunda-Feira (19), com o lançamento do projeto Gestão Ambiental Participativa Comunitária. O projeto financiado pelo Fundo Municipal de Meio-Ambiente, é a mais nova iniciativa da ONG que completa seus 20 anos, e lança seu primeiro projeto dentro de Porto Velho, cidade da qual esta instalada a sua sede.

O lançamento do projeto acontece Segunda-Feira (19) a partir das 09h da manhã na Escola Flamboyant, compareça!!!!

Acesse: http://www.kaninde.org.br/

Selecionados Edital de Vivência

A formação livre está a todo vapor pelo Brasil. Dessa vez a Universidade Fora do Eixo receberá viventes em Porto Velho, Rondônia. O Festejo visa fomentar e qualificar o debate em torno da produção cultural, estimulando práticas de desenvolvimento econômico, social e ambiental, através de vivências, oficinas de formação, mesas de debate e palestras; além de agregar valor artístico com a realização de shows, intervenções poéticas, teatro, exibição de filmes, documentários e exposição fotográfica.

 

A realização do Campus Festejo BeradeRO – 20 anos de Kanindé, é da Casa Fora do Eixo Rondônia e Casa Fora do Eixo Amazônia, Movimento Hip-Hop da Floresta e Associação Etnoambiental Kanindé. O campus integra a Universidade da Cultura Livre e as conexões latinas com o Cultura de Red. A Rede Brasil de Festivais Independentes e o Circuito Amazônico de Festivais Independentes não param. Curta a fanpage do festival e conheça a cultura brasileira produzida no Norte.