Arquivo mensal: janeiro 2012

Grito EnCena – Inscrições Abertas

Já começou a campanha Grito EnCena 2012, estimulando a diversidade e a integração das artes cênicas no Grito Rock. Até o dia 10 de fevereiro, todos os produtores e artistas interessados em fazer parte da campanha devem fazer sua inscrição por meio dos formulários anexos. A partir desse primeiro mapeamento, serão construídas rotas de circulação e programações locais que ajudarão o Grito Rock a se cultivar como o maior festival de artes integradas na América Latina.

Para quem se pergunta por que inserir uma programação cênica em um festival com a chancela do rock’n’roll, o Grito Encena revela algumas respostas a partir da experiência da edição de 2011. Ao aproveitar a plataforma com a marca do Grito para aproximar artistas de outras linguagens, os coletivos têm contribuído para construir laços na cena independente local, consolidando redes culturais cada vez amplas e sustentáveis.

Campanhas como o Grito EnCena estimulam a busca de novos espaços, novos públicos e o diálogo entre artistas e produtores de diferentes linguagens. Dessa forma, as cidades se capacitam como importantes pólos da cultura independente, fortalecem os laços e os arranjos produtivos locais. Num âmbito macro, elas se transformam em poderosas e diversificadas plataformas de comunicação e circulação de artistas.

Na primeira fase da campanha, a equipe do Palco Fora do Eixo, frente de linguagem cênica do Fora do Eixo, vai mapear todos os grupos e artistas interessados em participar da campanha. O mapeamento visa facilitar um trabalho de mediação entre grupos e artistas cênicos e os produtores do Grito Rock. A ideia é que, a partir das articulações regionais do Palco Fora do Eixo, os artistas possam ter um material de divulgação de seus trabalhos, ganhar público e usufruir dos serviços e plataformas da rede que, por sua vez, estarão mais fortalecidas com a integração de outras linguagens.

Algumas articulações já estão sendo feitas. A Tropa Trupe (fotos), de Natal (RN), está se preparando para uma turnê nos Gritos de São Paulo. A meta é que todas as regiões possibilitem a circulação dos artistas cênicos do Grito Rock. Uma boa alternativa à integração cênica nos festivais é a incorporação do Cabaré Fora do Eixo à programação. Por meio de pequenas esquetes, o Cabaré pode reunir várias linguagens, inclusive a música por meio de pocket shows, no mesmo espaço.

Informações mais detalhadas estão no Edital do Grito Encena 2012. Para garantir participação na campanha, basta preencher o formulário de produtores, ou formulário de artistas nos links abaixo:

Acesse aqui o edital do Grito Encena 2012

Acesse aqui o formulário de inscrição de produtores

Acesse aqui o formulário de inscrição de artistas

Festival Grito do Rock 2012 em Rondônia abre inscrições para Artistas e Bandas

O maior Festival Integrado das Américas chega à décima edição, alcança a Europa e propõe alternativas colaborativas e sustentáveis de produção e circulação de artistas, agentes e tecnologias.

Idealizado em 2002, em Cuiabá, pelo Espaço Cubo – um dos coletivos que deu origem ao Fora do Eixo – FDE, o Festival Grito Rock é uma alternativa ao Carnaval e uma plataforma independente de circulação. Este ano, o projeto ocorre de 17 de fevereiro a 17 de março e reúne produtores de 200 cidades e 15 países, o que representa um aumento de 55% em relação a 2011, quando 130 cidades e 10 países sediaram o festival.

Em Rondônia o Festival será realizado em 4 cidades durante o mês de março, nos dias 02 e 04 em Vilhena, 09 e 10 em Cacoal, 10 e 11 em Ji-Paraná e 16 e 17 em Porto Velho. Através dessa agenda será possível a integração e micro-rotas, facilitando a circulação de agentes, produtores, artistas e bandas, fomentando as trocas de tecnologias sociais, intercâmbio e incentivando a produção e a formação profissional, em projetos voltados ao setor cultural. Em Porto Velho essa é a sexta edição e terceira realizada pelo Coletivo Cultura e Arte Organizando o Social – C.A.O.S., ponto de rede do Circuito Fora do Eixo, uma rede de coletivos que atua como multiplicador da cultura, e não apenas no fomento, mas também no estímulo à formação de seus agentes culturais. Em Vilhena já foram 3 edições e a quarta edição esta sendo realizada pelo coletivo Ekatu um grupo de produção, difusão e articulação de Cultura. Já na cidade de Cacoal, através do Arte e Cultura Social – ARCUS novo na rede, criado para esta edição, mas com a promessa de não parar nesta e nesse único evento, junto com a Associação dos Atores do N.A.D. A promovem a primeira edição na cidade. Em Ji-Paraná o Interior Alternativo, que também está ligado à rede, e a manifestações independentes, está realizando sua segunda edição. Artistas e Bandas já podem fazer sua inscrição para as oportunidades no Toque no Brasil (http://tnb.art.br) visualizando a circulação dentro do Estado de Rondônia.

As edições de cada cidade são produzidas de forma interdependentes, e tudo, principalmente a logística entre elas, é construído colaborativamente com o propósito de tornar sustentável a circulação de artistas, agentes, produtores, produtos e tecnologias.

Em 2011, pela primeira vez, o Grito Rock foi executado nos 26 estados brasileiros e em outros 8 países (com cidades da América do Sul e Central). Para 2012 já são 15 países, incluindo o continente europeu e o México.

Grito Rock Internacional

Reflexo da conexão com diversos países latinos, este ano o Grito Rock se soma a 15 países e se estabelece em 14 cidades estrangeiras. Vários representantes da América do Sul e Central participam da décima edição: Honduras, Costa Rica, Guatemala, Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Honduras e Nicarágua.

O Festival ocorre também na Cidade do México, Los Angeles e em Braga (Portugal), realizado por brasileiros em parceria com agentes locais. “Recebi um convite e achei ótima a ideia de fomentar um evento brasileiro junto com mexicanos que já trabalham com o cenário independente, é uma grande chance de conectar os dois países através da música” – comenta a brasileira Marina Paschoalli, que está na produção do Grito Rock na capital mexicana.

Balanço

Até o momento foram registradas 203 inscrições, sendo que 61 cidades estão realizando o Grito Rock pela primeira vez. Entre os produtores, 38 estão na Região Sul, 36 da Região Nordeste, 81 no Sudeste, 13 no Centro Oeste e 19 na Região Norte. Desses produtores, 32,5% são de Pontos ligados à rede Fora do Eixo, 25,% são pontos parceiros, enquanto 14,7% ainda não desenvolveram relação com o FdE, mostrando que o projeto transcende o Circuito e atrai produtores de maneira diversos para a realização do Festival.

Mais informações

http://tnb.art.br/

http://gritorock.com.br/

http://coletivoekatu.wordpress.com/

http://coletivoarcus.wordpress.com/

http://interioralternativo.blogspot.com/

Casa Fora do Eixo Rondônia


Apenas 17 dias, e o ano já esta com uma grande agenda cultural em Rondônia. O Coletivo Cultura e Arte Organizando o Social – C.A.O.S., além de estar produzindo eventos lindos como a virada de ano “Amigos do CAOS – Especial 2012”, e as “Bera Night’s” que já estão rolando, também utilizou esse começo de ano, para planejar, pensar e ressignificar as ações que serão realizadas durante o ano, que envolvem música, literatura, artes, cinema, meio ambiente e esporte. Para que tudo isso aconteça, a “boa vontade” não é suficiente, pois é um trabalho muito grande, que gera custos, mão-de-obra, e muitas “cabeças pensantes”. A dedicação exclusiva dos agentes do coletivo é essencial para que os planos não fiquem somente no papel, para que as idéias não fiquem somente na cabeça, para mostrar que sonhar é muito bom, e não é impossível realizar esses sonhos, mas é necessário ter atitude e força.



O ano de 2011 atropelou preconceitos, passou em cima daqueles que não acreditam em seus sonhos, e derrubou muitas barreiras, o Coletivo C.A.O.S. não é somente um trabalho para os agentes que se dedicam a ele, vai muito alem disso, ele é um conceito de vida, que é diferente de tudo que as pessoas têm como objetivo de vida nos dias de hoje, que é viver em coletivo.

A sociedade está vivendo mudanças, mas ainda segue o padrão de vida tradicional, que vive da necessidade de aparentar “estar bem de vida”, que é ter uma casa, filhos, carro na garagem, e um emprego que paga a viagem de férias no final do ano. Estar bem de vida é sim ter uma família, papai e mamãe são o primeiro coletivo da vida, é a família que mostra os valores do mundo, que dá integridade e valor, mas todos sabem que o que vem de uma cultura desvalorizada, defasada, não tem como mostrar o seu valor, porque na verdade ela ainda esta desconhecida, não são todos que tem uma boa educação, que tem acesso a um livro, que tem o poder de escolher a música que querem ouvir.
A mídia está aí tanto para mostrar cultura, tanto como para indicar o que é a cultura, se a pessoa não tem acesso aos meios, também não tem acesso ás opções. O trabalho do Coletivo é exatamente esse, é dar opção, é mostrar que tem muita coisa no mundo pra ser conhecida, é valorizar a cultura regional e seus artistas, fazendo uma circulação, mostrando opções, e contaminando as pessoas. Ele faz parte de uma rede de cultura livre, concebida por produtores culturais, nas regiões centro-oeste, norte e sul do país, que estimulam a circulação de bandas, o intercâmbio de tecnologia de produção e o escoamento de produtos nessa rota, que desde então foi batizada de “Circuito Fora do Eixo”.
Hoje o Circuito esta em rede com todas as regiões do Brasil, e em alguns países da América Central. Debatendo políticas públicas para a cultura, tecnologias de gestão, formação livre, cultura digital, políticas de rede, economia criativa solidária, e várias outras questões que surgem. A vida coletiva é uma das que não pode ser esquecida, o C.A.O.S. possui uma sede, onde transitam pessoas todos os dias, onde surgem novas idéias, onde são feitas reuniões que irão definir os planos de ações. Esse local é chamado de Casa Fora do Eixo Rondônia, esse é o ambiente de trabalho de pessoas que vivem disso e pra isso, mas que também conta com vários colaboradores e parceiros. Produzindo cultura, a casa atua dentro de várias frentes, que são o Partido da Cultura – PCULT, Universidade Livre – UNIFDE, Música – MúsicaFdE, Poéticas Visuais, Literatura –FEL, Clube de Cinema – CDC, Moeda solidária e troca de serviços – BANCOFDE, e várias outras que estão sendo desenvolvidas. Através delas é possível manter um foco e dar estrutura para rede funcionar, mantendo uma organização.



Foto: Rafael Altomar
Todas foram desenvolvidas com base na ideia de “vida coletiva”, os agentes culturais precisam de meios para manter essa estrutura, como qualquer empresa ela tem seus funcionários, e estes precisam se alimentar, se vestir, ter qualidade de vida, e ter uma formação para dar continuidade em seu trabalho. O coletivo não é diferente, se não fosse por um detalhe, vivem de forma coletiva, o trabalho não é individual, assim como suas compras não são individuais, e suas contas, e o funcionamento da casa. Suas ações são feitas para promover a cultura, e para conseguir a estrutura necessária, são utilizadas trocas de serviços, fornecendo um serviço para conseguir outro. Além de trocas de serviços também escrevem vários projetos, e possuem apoiadores e colaboradores que ajudam a dar continuidade em seus trabalhos. O ano 2012, só esta começando e todos esses agentes culturais estão focados em produzir e aumentar essa rede, atualizando sempre a população de suas ações. Mostrando o que esta sendo produzido, construindo novos meios, trazendo formação para o surgimento de novos produtores e gestores, buscando tecnologias e soluções para esse novo conceito de redes.


Para saber mais sobre o Circuito Fora do Eixo:


Texto: Neila Azevedo

Coletivo C.A.O.S – Cultura e Arte Organizando o Social

Ponto Fora do Eixo Rondônia

MPBéra

Uma linda Bera Night aconteceu, neste sábado (14), com acasa lotada a Batkaverna recebeu a Banda Versalle, que fez uma ótimaapresentação, mostrando pra galera seus arranjos comportados junto com umapegada diferente e rebelde, eles levantaram aplausos tocando suas composiçõesagradando os ouvidos.
A Casa também recebeu a inesperada visita do Coringa, queinvadiu a Batkaverna enquanto o Circo Beradélico fazia sua apresentação,tomando o palco para dar boas vindas e se divertir com os béras. O Circo deucontinuação a sua apresentação com a presença de vários músicos presentes nolocal fazendo uma Béra Jam, que diferente de tudo que estava rolando na cidade,fizeram uma apresentação cheia de harmonia entre eles, com músicas dos própriosmúsicos e homenagens aos músicos parceiros da Música Popular Beradeira –MPBERA, envolvendo e fazendo o público dançar com o som.
Para fazer esse evento acontecer, o Coletivo C.A.O.S. faz umagradecimento aos convidados e toda galera que compareceu, que deu apoio, quecompartilhou o evento, contaminando os amigos para prestigiar os músicos quefazem um lindo trabalho, fortalecendo a MPBéra!
Mas uma coisa chamou a atenção…
O Coringa sumiu e seu paradeiro é um mistério!
A contagem regressiva começou. Até o próximo Béra Night!
Fotos: Luana  Lopes

Texto: Neila Azevedo

Coletivo C.A.O.S – Cultura e Arte Organizando o Social

Ponto Fora do Eixo Rondônia

Clube de Cinema Fora do Eixo

Dando inicio as atividades do Clube de Cinema Fora do Eixo, temos a grande satisfação de convidar a todos, para participar da 1º exibição no Cine CAOS, na Casa Fora do Eixo – Rondônia

Lembre-se bem desse nome: Clube de Cinema Fora do Eixo! assumindo o compromisso de fomenta e pensar toda a cadeia produtiva do audiovisual no estado de Rondônia.

Texto: Marcos Nobre Jr.

Arte: Thiago Maziero

Coletivo C.A.O.S – Cultura e Arte Organizando o Social

Ponto Fora do Eixo Rondônia

Banda Versalle

A Casa Fora do Eixo Rondônia teve o prazer de receber, ontem (11), Italo Carlos e Rômulo Pacifico da banda Versalle, para fazer um bate-papo sobre sua história, seus projetos, e conquistas. Formada no final de 2009, na época, apenas uma banda de garagem que tocava covers de artistas, estes que influenciaram na criação de seu som e sua identidade, e ao longo do tempo deram origem as suas composições que foram aparecendo naturalmente.

Italo e Rômulo



“EP”

Os meninos começaram a conversa explicando um pouco de como foi o andamento deles desde sua formação, e pra chegar até hoje, eles tiveram que fazer muito esforço e trabalho, dando prioridade a banda, foram juntando dinheiro para entrar em estúdio e gravar seus dois primeiros singles, “Atrás da Solidão” e “Prezado Coração”, lançados virtualmente para quem quisesse baixar no myspace da banda. Não muito tempo depois, e não satisfeitos, eles gravaram o EP “Versalle”, possuindo oito faixas, com destaque para “Combinado” e o “Modelo Adequado”, lançado em janeiro de 2011.



                                                                       foto: Avener Prado

A banda passou pela saída do Rubens Barata (ex-baixista), e hoje é composta por Criston Lucas no vocal e guitarra, Rômulo Pacífico na Guitarra e backing vocals, Italo Carlos no Baixo e Igor Jordir na Bateria. Eles tem na bagagem além dos eventos que tocaram, o Festival Casarão 11º em Porto Velho/RO como referência, e estão entrando em 2012 com todo gás, começando com a agenda no evento BERA NIGHT, no próximo sábado (14), uma produção da Casa Fora do Eixo RO, que vai ocorrer na Batkaverna localizada na Galeria Lacerda, outro evento dia 21 no Iceberg, e dia 28 no Espaço Cultural Palhucas em Rio Branco/AC.

Entrando na conversa sobre o som que os meninos fazem, Rômulo comentou: “a galera fala que nossa banda faz um som triste, mas para mim o som que fazemos é o que eu gosto, e se não fosse nosso, eu curtiria e ouviria”. Para ele a proposta da banda é exatamente essa, algo que fugisse do padrão que estava rolando na cidade, “a pegada diferente que estava faltando”. O plano deles para esse ano é continuar produzindo, aproveitando as oportunidades para tocar em eventos e festivais, como mencionaram fazer sua inscrição no Grito do Rock, dispostos a viajar e participar de intercâmbio de bandas, e também pensando em como fazer o som crescer e ficar ajustado, “deixar a banda com um som redondo” como diz Ítalo (baixista). Tem como meta investir na comunicação da banda, aumentando sua visibilidade com o público, e até o começo do ano que vem fazer a gravação de um CD, de melhor qualidade, que contenha músicas antigas e novas produções.


Aproveitando o momento, o bate-papo finalizou com um passeio pela casa, e os garotos também puderam conhecer o trabalho produzido, tirando suas dúvidas sobre o Circuito Fora do Eixo, desde a troca de serviços e o campo simbólico que isso envolve. Como também a divisão de funções e seus núcleos, os ambientes de trabalho, as movimentações políticas culturais e sociais e os planos de ações durante o ano.


Para saber mais sobre a banda acesse:


http://www.myspace.com/bandaversalle

Email: banda.versalle@hotmail.com

Texto: Neila Azevedo

Coletivo C.A.O.S – Cultura e Arte Organizando o Social

Ponto Fora do Eixo Rondônia

Grito Rock 2012 – recebe inscrição de produtores até a próxima quinta (12)

O maior festival integrado da América Latina chega à sexta edição e deveintegrar 200 cidades

Previsto para ocorrer entre os dias 17 de fevereiroe 17 de março em 2012, o Festival Grito Rock recebe cadastro de cidadesinteressadas em promover o projeto até o dia 12 de janeiro. Para participar énecessário que o produtor desenvolva trabalhos exclusivamente no setor dacultura independente, leia o regulamento e se inscreva através de um formulário online, disponível no sitedo Grito Rock(gritorock.com.br). Cerca de 120 municípios já efetuaram inscrição.
Quem for realizar o projeto pela primeira vezprecisa enviar uma clipagem com matérias publicadas em veículos de comunicação,que comprove a atuação no ramo, para o email: gritorock@foradoeixo.org.br.
Mais Grito Rock
O Festival foi idealizado pelo coletivo Espaço Cubono ano de 2003, em Cuiabá (MT), como uma alternativa ao carnaval tradicional.Entretanto, a partir da atuação do Circuito Fora do Eixo – uma rede nacional decoletivos de produção cultural criada em 2005 – o projeto se ampliou geográficae conceitualmente, envolvendo produtores de todo o país. No ano passado, o GritoRock aconteceu em mais de 130 cidades, movimentando 2 mil bandas eaproximadamente 200 mil expectadores. Além do Brasil, países como Argentina,Uruguai, Bolívia, Chile, Panamá e Honduras realizaram o Festival.


Beradelia – Grito do Rock 2011


Coletivo C.A.O.S – Cultura e Arte Organizando o Social

Ponto Fora do Eixo Rondônia

Reunião, Produção e Lazer!

Final de semana chegou, mas o trabalho não parou, sábado, dia 07, a Casa fora do Eixo Rondônia, recebeu a ilustre presença do Secretário Francisco Leilson – SECEL,  Nettu, do Coletivo Ekatu de Vilhena, que já estava hospedado há 03 dias na casa, participando das reuniões que definirão o Grito do Rock, as micro-rotas de formação, vivência, e circulação de bandas e artistas do Estado. Todos sentaram a mesa para mais uma reunião, onde foram debatidos assuntos como planejamento, ações, editais e comunicação, para esse ano de 2012.


Gaspar, Marcos, Chicão e Nettu

A reunião também teve o intuito de apresentação dos trabalhos feitos pela SECEL e pelas instituições presentes, ajudando a solucionar questões, na cultura e esporte, pensando em formações necessárias, e novas alternativas para os problemas que surgem.

No mesmo dia, enquanto acontecia à reunião, outra turma da casa, já estava fazendo a produção do evento BERA NIGHT que aconteceu na Casa Batkaverna. A turma montou o som, os equipamentos para o Clube de Cinema – CDC, e o chek-list de tudo que precisava para a noite. O evento começou às 22h, com a Discotecagem feita pelo Felipe Freitas, esquentando a noite, e a exibição de Filmes, mostrando um pouco de como foi o IV Congresso Fora do Eixo, além de muitos outros vídeos produzidos pelo CDC.  Às 23h30 a casa já estava lotada, todos na expectativa, Merda Seca, subiu ao palco, banda que tem 10 anos de existência, que como eles mesmos definem “tem um estilo de hardcore seco e tosco”, formada pelo Marcuse na guitarra e Pablo na bateria. Após, chegou à vez da Vida Durian, que na verdade são os meninos da banda Wari que juntos com o Caíque de (GO), ensaiaram no estúdio LECAOS durante a semana, preparando o show pra galera. A Wari ultima atração da noite, com Felipe no contra-baixo, Tanous na bateria e Gilberto na guitarra e vocal, tocaram um som  de qualidade com influências alternativas. A noite acabou com o público pedindo mais, parece que a cidade está com sede de música boa, e o Coletivo C.A.O.S. está preparando muitas outras surpresas nesse mês de férias e uma ótima programação durante o ano.

Pra terminar o final de semana com chave de ouro, nada melhor que o “Domingo na Casa”, com alguns convidados e após um jantar delicioso, começou a sessão de cinema ao ar livre, com tapetes e pufs no chão, todos se acomodaram e acompanharam os filmes “Apolo 18” e “Curtindo a Vida Adoidado”, que foram escolhidos pela maioria em votação. Entre vários lanchinhos, músicas e brincadeiras, o domingo terminou bem descontraído, pra semana começar cheia de força.





Foto: Luana Lopes

Texto: Neila Azevedo

Coletivo C.A.O.S – Cultura e Arte Organizando o Social

Ponto Fora do Eixo Rondônia

Ruídos Diversos

Flávio Dutka
O ano 2012 começou cheio de inspiração com a linda exposição“Como desenhar Botos” do artista Flávio Dutka, na casa Ivan Marrocos. Dandocontinuação a esse “ar artístico”, os artistas e poetas Binho, Mado e Elizeu,juntamente com Rinaldo Santos na sonora, criaram e produziram um evento para rompero silêncio desse começo de ano, mostrando a população de Porto Velho que essaspequenas intervenções fazem diferença pra nossa cultura, e são necessárias paraenvolver, inspirar e motivar a continuação desse e de novos lindos trabalho.
A noite de 06 de janeiro começou com uma breve apresentaçãodo Mado, que pediu de uma forma bem diferente do comum que todos fizessemsilêncio! Após sua breve interpretação os poetas tocaram a energia do local,fazendo a platéia participar, com repetições de frases, palavras e ruídos.
Asonora do Rinaldo trouxe emoção na interpretação dos poemas, envolvendo opúblico que acompanhava atenciosamente.  Aapresentação terminou quando novamente Mado continuou sua interpretação atravésdos movimentos que fazia com o corpo e suas emoções faciais conforme o som quesaía do vinil. Além disso, várias pessoas participaram da brincadeira pintandoos quadros do Dutka, em uma forma descontraída, com lápis de cor, sentados no chão,onde várias crianças também deixaram sua arte. Por fim nada melhor que umabraço coletivo no homenageado Dutka, que recebeu todos de braços abertos comum montão de apertos de uma só vez, com a noite linda e emocionante ele expôsseus sentimentos de agradecimento a todos.
Fotos: Luana Lopes

Texto: Neila Azevedo

Coletivo C.A.O.S – Cultura e Arte Organizando o Social

Ponto Fora do Eixo Rondônia

2012 – Trabalho e Planejamento

Nosso ano já começou bem antes de soltarem os fogos deartifício, já que em 2011 tomamos decisões pesadas quanto a nossa posição noCircuito Fora do Eixo. Chegamos ao IV Congresso Fora do Eixo em peso, 16 colaboradoresdo Coletivo Cultura e Arte Organizando o Social – C.A.O.S.  presentes, dispostos a participarintegralmente de todos os debates, reuniões livres, seminários e oficinas, alémde participar da produção, contribuindo com o trabalho durante o Congresso.Marcos Nobre Júnior, Gaspar Knyppel, Gracildo Júnior e Thiago Maziero chegarama Casa Fora do Eixo São Paulo no dia 05 de dezembro, e já entraram no ritmo, etodos os outros gestores pousaram na casa dia 10, muito felizes por estarfazendo parte, buscando trocar, vivenciar e aprender.
Fora do Eixo – Regional Norte
No dia 23 de dezembrovoltamos pra Casa Fora do Eixo Rondônia, emocionados, e cheios de energia para continuar com todaforça e velocidade o nosso trabalho, amadurecidos e cheios de ideiasnão tivemos nem tempo para o natal em família, pois a partir daí, começamosnosso planejamento anual, “2012 já estava acontecendo”, era nosso pensamento. Avirada do ano chegou com os “Amigos do CAOS Especial 2012”, o evento foi umsucesso, além das atrações musicais, tivemos o Compacto Arte e o Clube deCinema exibindo filmes, uma noite linda, repleta de arte.
Durante essas duas semanas, fizemos uma imersão deplanejamento e organização das Frentes de trabalho do Coletivo, além de váriasreuniões que ajudaram a definir nossas ações durante o ano. Tivemos algumas reuniões que foram bem importantes, como a do Banco, onde estava presente oMHF, que fomentaram a criação de um Banco Comunitário e nossa moeda, tambémtivemos uma reunião do PCULT, fazendo um balanço de como foi 2011, sobre oplanejamento de como iremos agir em 2012, quem são nossos parceiros políticos ea luta do Movimento Regula Cultura Rondônia.
Trabalhamos várias questões organizacionais, como nossoOrganograma de divisão de frentes de trabalho, e nosso fluxograma de comotrabalhamos dentro dessas frentes. O ano só está começando e o trabalho écontínuo, nossas conquistas são diárias, aprendemos uns com os outros, vivemosem coletivo, e promovemos a cultura, ainda virão muitas vitórias.
Texto: Neila Azevedo