Arquivo da categoria: Grito Rock Porto Velho 2012

Sala de Mídia Livre

Teste de Vídeo – Sala de Mídia Livre

Bode – Mais barbudo
Neila – concentradíssima
Cid – Filmagens e bastidores

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Noite Fora do Eixo – STROBO (PA)

A movimentação da Casa Fora do Eixo Rondônia continua intensa, e neste próximo domingo recebe a banda Paraense STROBO.

Após um mês da realização do Congresso JUNTOS Amazônia, que foi encerrado em uma linda Noite Fora do Eixo com o show da banda Paraibana Cabruêra, agora é a vez de Porto Velho conhecer o trabalho da Paraense STROBO, que no próximo Domingo (15 de Julho) fecha a segunda Noite Fora do Eixo do ano.

O evento acontecerá no Pioneiros Pub á partir das 19 horas, totalmente Gratuito. A Noite contará também com a participação do projeto poético musical “As Testemunhas de Giovani”, banda Wari e discotecagem do DJ Miúdo.

A Banda

A STROBO é uma dupla formada em janeiro de 2011 por Léo Chermont (Guitarra e Efeitos) e Arthur Kunz (Bateria e Programações) com o objetivo de aliar à música instrumental a uma roupagem pop, utilizando da tecnologia para misturar timbres sintéticos e acústicos sem restrição.

Com três EPs virtuais lançados e uma série de shows em importantes Festivais nacionais, clipes veiculados na Mtv, e gravação de programas como o “Experimente” na Multishow. Esse jovem projeto musical já ganha destaque no cenário musical nacional. Imperdível é a palavra certa para essa Noite. Até lá!

Serviço:

O que: Noite Fora do Eixo

Quando: 15/07 – Domingo

Quanto: Gratuito

Onde: Pioneiros Pub

Hora: 19h

Atrações: Strobo (PA), Testemunhas de Giovani, Banda Wari e DJ Miúdo

 

 

 

#CoberturaColaborativa do Grito Rock Porto Velho’12

A #CoberturaColaborativa é uma tecnologia de trocas que deu muito certo e ganhou espaço em festivais de música, oficinas e eventos de cultura independente do Brasil, especialmente os ligados ao Circuito Fora do Eixo, então através do Grito Rock Porto Velho’12 vamos lançar nossa primeira #CoberturaColaborativa.

Os interessados em participar devem se inscrever aqui nesse LINK DE INSCRIÇÃO!

Na cobertura, os participantes podem produzir diversos conteúdos como resenhas críticas das bandas, shows, entrevistas, fotos, vídeos, entre outros materiais de diversas mídias. Os materiais são veiculados pela internet através do blog, facebook, twitter, youtube entre outros.

A produção colaborativa é bastante atual e caminha junto aos conceitos de internet livre, democratização de acesso e inteligência coletiva. Ela pode ser definida como um processo criativo coletivo no qual a informação não possui caráter único, podendo ser alterada por todos e captada a partir de diferentes olhares. Além de estimular a produção e o fomento de conteúdo, e da articulação de novos agentes interessados em movimentar a cena cultural local.

Então é isso galera, tenham uma ótima #CoberturaColaborativa!!

Porto Velho se torna palco para apresentações culturais em ambiente histórico

Entre os principais pontos históricos da nossa cidade, surge um movimento cultural envolvendo todos os artistas da região. Jam Bera reúne músicos, poetas, artistas plásticos, participantes, espectadores, curiosos e tantos outros no popular Mercado Cultural.

Foto: Luana Lopes

O mercado Central de Porto Velho como era conhecido, foi destruído parcialmente em um incêndio na década de sessenta. Após anos de descaso o local onde sempre reuniu diversos artistas e moradores mais antigos, finalmente pode contar com a despertar do antigo prédio.

Iniciado em 2006 o projeto de reconstrução, restauração e revitalização do antigo edifício que foi completamente demolindo, gerou críticas para administração municipal. No dia 15 de Maio de 2009, o Mercado Central construído na década de 20 passa a se chamar Mercado Cultural, lembrando sua antiga estrutura que reúne uma versão arquitetônica eclético-neoclássica.

Mercado Cultural é intitulado pela sua função, elevar as apresentações artístico-culturais, sendo realizados pelos artistas caboclos e beradeiros, artistas convidados, curiosos, visitantes e turistas, valorizando a produção cultural e memória beradeira.

Foto: Luana Lopes

Neste palco com tradição cultural reúnem todas as terças a partir das 19h o Jam Bera, livre para todos os músicos que querem mostrar seu trabalho como profissional ou diversão. Ambiente para criar, debater e por que não criticar a cultura beradeira como é denominado pelos rondonienses exemplificando em palavras o nativo da região e um novo conceito cultural que surge nas margens do rio Madeira.

Foto: Luana Lopes

Porto Velho hoje se torna um palco para novos talentos regionais, novos conceitos gerando a sua própria cultura no ambiente tradicional. Se ainda não conhece o ambiente onde o artista pode mostrar seu trabalho ou pode expandir seus conhecimentos, participe do Jam Bera, que envolve todos os públicos e valoriza a cultura da nossa comunidade.

Foto: Luana Lopes

Os trabalhos realizados em meio aos maiores centros históricos da região estão abertos para novos talentos. Estamos criando o novo conceito de cultura e arte para Porto Velho.Venha, participe conosco, perpetre a cultura popular de Rondônia.


Fotos : Luana Lopes

Texto: Camila Lima

Béra Night Punk – Duas Caras domina a Batkaverna!


Foto: Brizard

A noite do dia 04 de fevereiro foi um marco na história para o Coletivo Cultura e Arte Organizando o Social –  C.A.O.S. e quem esteve presente na Batkaverna, acompanhou o peso Béra Punk. Com a casa lotada, mostrou que a galera está ansiosa por mais eventos como este, divertidos e animados, sempre com grandes convidados, movimentando e promovendo a cultura, e abrindo espaço para os artistas independentes.

Foto: Brizard

Começando com a Manoa no palco, grupo de rep que faz um trabalho mostrando a junção das culturas dos povos da floresta e das cidades amazônicas. Formado por Bruno e Ney Mura que também é integrante do Movimento Hip-Hop da Floresta (MHF), transmitiram seu manifesto em cima do palco, em uma ótima apresentação esquentando a noite com suas letras fortes.

"Manoa" Foto: Boca

Após uma sacudida da linguagem do Hip-Hop, o evento contou com três bandas “das antiga” de Porto Velho, que subiram ao palco carregando uma bagagem de peso nas costas, e que fazem parte da história da música e movimento cultural, através da persistência dessas bandas em continuar movimentando.

"Malcriados" Foto: Brizard

O Punk iniciou com Malcriados, banda que começou em 1990, e passou por várias formações, mas que hoje conta com Dinho Reis (vocal), Tino Alves (bateria), C. Johnson (baixo), e Rafael Altomar (guitarra), foram os primeiros a subir no palco, os “meninos”, sacudiram a caverna, e fizeram o público cantar músicas que viraram “hinos”, marcantes e históricas.

"DHC" Foto: Boca

Depois foi a vez dos Delinquentes da Humanidade em Caos (DHC), formada na década de 80, a banda de hardcore, que também passou por várias formações, tem hoje Márcio Almeida mais conhecido como “Rato Velho” (vocal), Marco aurélio (guitar) e Van (bateria), a banda expressou suas idéias através de suas letras que mostram o cotidiano do país, e fez seu protesto no show.

A última banda da noite foi a Vítimas do Sistema, surgiu no final da década de 80, composta por Flávio (vocal), Cascão (bateria) e Pipa (baixo), eles mandaram um som que fez o público se movimentar, relembrando clássicos que já fizeram muita gente dançar e pongar no hardcore, assim como as outras bandas da noite, carregam muita história, e são todos esses veteranos que fizeram sobreviver toda essa cena que vemos hoje, e merecem um enorme agradecimento por tudo que fizeram.

"Vítimas do Sistema" Foto: Boca

Entre as bandas, houve uma atração a parte: o “Duas Caras” dominou geral a Batkaverna!! Sua presença contagiou por onde passava, arrancava do público rostos de surpresa e espanto, a galera ficou entusiasmada com sua subida ao palco apresentando a noite. Em falar em “Duas Caras”, quando o Batman quando vai “dar as caras”, por onde ele anda, essa é a pergunta.

Foto: Brizard

Texto: Neila Azevedo

Festival Grito do Rock 2012 em Rondônia abre inscrições para Artistas e Bandas

O maior Festival Integrado das Américas chega à décima edição, alcança a Europa e propõe alternativas colaborativas e sustentáveis de produção e circulação de artistas, agentes e tecnologias.

Idealizado em 2002, em Cuiabá, pelo Espaço Cubo – um dos coletivos que deu origem ao Fora do Eixo – FDE, o Festival Grito Rock é uma alternativa ao Carnaval e uma plataforma independente de circulação. Este ano, o projeto ocorre de 17 de fevereiro a 17 de março e reúne produtores de 200 cidades e 15 países, o que representa um aumento de 55% em relação a 2011, quando 130 cidades e 10 países sediaram o festival.

Em Rondônia o Festival será realizado em 4 cidades durante o mês de março, nos dias 02 e 04 em Vilhena, 09 e 10 em Cacoal, 10 e 11 em Ji-Paraná e 16 e 17 em Porto Velho. Através dessa agenda será possível a integração e micro-rotas, facilitando a circulação de agentes, produtores, artistas e bandas, fomentando as trocas de tecnologias sociais, intercâmbio e incentivando a produção e a formação profissional, em projetos voltados ao setor cultural. Em Porto Velho essa é a sexta edição e terceira realizada pelo Coletivo Cultura e Arte Organizando o Social – C.A.O.S., ponto de rede do Circuito Fora do Eixo, uma rede de coletivos que atua como multiplicador da cultura, e não apenas no fomento, mas também no estímulo à formação de seus agentes culturais. Em Vilhena já foram 3 edições e a quarta edição esta sendo realizada pelo coletivo Ekatu um grupo de produção, difusão e articulação de Cultura. Já na cidade de Cacoal, através do Arte e Cultura Social – ARCUS novo na rede, criado para esta edição, mas com a promessa de não parar nesta e nesse único evento, junto com a Associação dos Atores do N.A.D. A promovem a primeira edição na cidade. Em Ji-Paraná o Interior Alternativo, que também está ligado à rede, e a manifestações independentes, está realizando sua segunda edição. Artistas e Bandas já podem fazer sua inscrição para as oportunidades no Toque no Brasil (http://tnb.art.br) visualizando a circulação dentro do Estado de Rondônia.

As edições de cada cidade são produzidas de forma interdependentes, e tudo, principalmente a logística entre elas, é construído colaborativamente com o propósito de tornar sustentável a circulação de artistas, agentes, produtores, produtos e tecnologias.

Em 2011, pela primeira vez, o Grito Rock foi executado nos 26 estados brasileiros e em outros 8 países (com cidades da América do Sul e Central). Para 2012 já são 15 países, incluindo o continente europeu e o México.

Grito Rock Internacional

Reflexo da conexão com diversos países latinos, este ano o Grito Rock se soma a 15 países e se estabelece em 14 cidades estrangeiras. Vários representantes da América do Sul e Central participam da décima edição: Honduras, Costa Rica, Guatemala, Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Honduras e Nicarágua.

O Festival ocorre também na Cidade do México, Los Angeles e em Braga (Portugal), realizado por brasileiros em parceria com agentes locais. “Recebi um convite e achei ótima a ideia de fomentar um evento brasileiro junto com mexicanos que já trabalham com o cenário independente, é uma grande chance de conectar os dois países através da música” – comenta a brasileira Marina Paschoalli, que está na produção do Grito Rock na capital mexicana.

Balanço

Até o momento foram registradas 203 inscrições, sendo que 61 cidades estão realizando o Grito Rock pela primeira vez. Entre os produtores, 38 estão na Região Sul, 36 da Região Nordeste, 81 no Sudeste, 13 no Centro Oeste e 19 na Região Norte. Desses produtores, 32,5% são de Pontos ligados à rede Fora do Eixo, 25,% são pontos parceiros, enquanto 14,7% ainda não desenvolveram relação com o FdE, mostrando que o projeto transcende o Circuito e atrai produtores de maneira diversos para a realização do Festival.

Mais informações

http://tnb.art.br/

http://gritorock.com.br/

http://coletivoekatu.wordpress.com/

http://coletivoarcus.wordpress.com/

http://interioralternativo.blogspot.com/

HINO DE RONDÔNIA

Hino de Rondônia

Quando nosso céu se faz moldura
Para engalanar a natureza
Nós os Bandeirantes de Rondônia
Nos orgulhamos
De tanta beleza
Como sentinelas avançadas
Somos destemidos pioneiros
Que dessas paragens de um poente,
Gritam com força,
Somos Brasileiros
Dessa fronteira
De nossa Pátria
Rondônia trabalha febrilmente
E nas oficinas
E nas escolas
A orquestração empolga toda gente
Braços e mentes,
Forjam cantando
A apoteose
Deste rincão
E com orgulho, exaltaremos
Enquanto nos palpita o coração
Azul, nosso céu é sempre azul
Que Deus o mantenha sem rival
Cristalino muito puro
E conserve sempre assim
Aqui, toda vida se engalana
De beleza tropical, (BIS)
Nossos lagos, nossos rios
Nossas matas, tudo enfim

Coletivo C.A.O.S – Cultura e Arte Organizando o Social

Ponto Fora do Eixo Rondônia