Arquivos do Blog

Ruídos Diversos

Flávio Dutka
O ano 2012 começou cheio de inspiração com a linda exposição“Como desenhar Botos” do artista Flávio Dutka, na casa Ivan Marrocos. Dandocontinuação a esse “ar artístico”, os artistas e poetas Binho, Mado e Elizeu,juntamente com Rinaldo Santos na sonora, criaram e produziram um evento para rompero silêncio desse começo de ano, mostrando a população de Porto Velho que essaspequenas intervenções fazem diferença pra nossa cultura, e são necessárias paraenvolver, inspirar e motivar a continuação desse e de novos lindos trabalho.
A noite de 06 de janeiro começou com uma breve apresentaçãodo Mado, que pediu de uma forma bem diferente do comum que todos fizessemsilêncio! Após sua breve interpretação os poetas tocaram a energia do local,fazendo a platéia participar, com repetições de frases, palavras e ruídos.
Asonora do Rinaldo trouxe emoção na interpretação dos poemas, envolvendo opúblico que acompanhava atenciosamente.  Aapresentação terminou quando novamente Mado continuou sua interpretação atravésdos movimentos que fazia com o corpo e suas emoções faciais conforme o som quesaía do vinil. Além disso, várias pessoas participaram da brincadeira pintandoos quadros do Dutka, em uma forma descontraída, com lápis de cor, sentados no chão,onde várias crianças também deixaram sua arte. Por fim nada melhor que umabraço coletivo no homenageado Dutka, que recebeu todos de braços abertos comum montão de apertos de uma só vez, com a noite linda e emocionante ele expôsseus sentimentos de agradecimento a todos.
Fotos: Luana Lopes

Texto: Neila Azevedo

Coletivo C.A.O.S – Cultura e Arte Organizando o Social

Ponto Fora do Eixo Rondônia

Terça da Poesia Embriagada

Um clima embriagado ficou marcado na noite de terça-feira, 18, na Cantina do Porto. A Confraria Poética, representante do Fora do Eixo Letras – Ponto de Linguagem Literária do Coletivo C.A.O.S., fez um show de interpretações, com direito a cenário e trilha sonora.

Com o tema Poesia embriagada, nada mais que conveniente, falar de vinho e mulheres, lembrando autores como Manuel Bandeira e Baudelaire.  Sem esquecer-se de mencionar a psicodelia do som viajante de Raony e as Testemunhas de Giovani, que inovaram a forma das trilhas sonoras acompanhando o ritmo da apresentação.

 

O ambiente estava cheio de serpentinas e confetes, lembrando as antigas festas de carnaval, tudo bem colorido. Nas mesas foram colocadas garrafas de vinho estilizadas com poemas, a brincadeira era “se embriagar de poesia”, “um vinho e um verso”, teve gente que se inspirou, lá mesmo, enquanto ouvia e assistia, a fazer uma poesia. A chuva esfriou o tempo, mas não atrapalhou o calor das palavras que esquentavam o local, além disso, outros artistas improvisaram sons e canções. Embriagados de inspiração, assim que ficou a marcada a noite.
Fotos e Texto por Neila A.A.