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Compacto.Arte Pré-Grito Rock – Ação Conjunta

Foto: Uill Alves

Com o intuito de interação colaborativa da Imagem com o ambiente comum o núcleo Poéticas Visuais, frente que trabalha com a representação da imagem no Fora do Eixo realizou no último dia 17 de Fevereiro uma intervenção artística.

Compacto. Arte, como forma de influência mútua com o ambiente comum, feita por vários artistas locais realizou um projeto idealizado pelo Coletivo Ser Urbano (São Paulo), onde teve início e já conta com mais de 135 artistas realizando este trabalho por diversos pontos da rede.

Foto: Uill Alves

Foto: Uill Alves

Foto: Uill Alves

Em ação conjunta com artistas plásticos, grafiteiros, escultores, designers, pintores e demais artistas visuais coletivizando para o Grito Rock 2012, os convidados Rita Queiroz, Bototo, João Zoghb, Gilson Castro, Margot Lira, Geraldo Cruz, Heli Chateaubrianv e Gaspar Knyppel fizeram uma intervenção de revitalização da casa, tiveram todo o espaço, tempo e as ferramentas para criar, deixando a casa transformada.

Foto: Neila Azevedo

Foto: Neila Azevedo

Foto: Neila Azevedo

O evento teve uma duração de nove horas de produção de arte, música, poesia. A casa ainda contou com debates e apresentação do circuito Fora do Eixo e um espaço para os artistas se integrarem e trocarem experiências e conhecimento. Um momento em que expressaram sua vontade de continuar produzindo, mas que também demonstraram a força para lutar pelo espaço cultural. Além disso, a ação contou com um momento de distração com a apresentação do “Circo Beradélico”, som feito pelos músicos convidados presentes que animaram e inspiraram a todos.

Foto: Neila Azevedo

Foto: Neila Azevedo

Foto: Neila Azevedo

Os trabalhos foram produtivos, mostrando os talentos que existem dentro da rede e aos que estão conhecendo. Uma forma de interação dentro do Coletivo CAOS para a comunidade artística prestigiar e se sentir motivada a trabalhar e mostrar seus trabalhos.

Foto: Neila Azevedo

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Coluna Fora do Eixo 364 – Novos pontos na rede.

A Coluna Fora do Eixo 364 surgiu da necessidade de conectar e mobilizar agentes e parceiros integrando-os ao circuito Fora do Eixo. A Casa Fora do Eixo Rondônia visitou três de quatro cidades programadas, já que em Ariquemes houve dificuldade de contato. Cacoal (Coletivo Arcus), Ji-Paraná (Coletivo Interior Alternativo) e Vilhena (Coletivo Ekatu) foram a rota para a pré – produção do Festival Grito Rock, com objetivo de fazer uma organização e integração entre os coletivos atuantes na rede.

Os gestores Marcos Nobre Júnior, Neila Azevedo e Rafael Altomar registraram a viagem com vídeos, fotos e relatos dos encontros, postados nas redes sociais e blog. O intuito foi mostrar como foi o andamento de todo o processo de desenvolvimento e aproveitamento dos envolvidos. Fazendo novas parcerias e encontrando com todos juntos nessas reuniões as soluções para respectivos problemas em trocas de conhecimentos, experiências e vivência. Com o desígnio de desenvolver e difundir a rede Circuito Fora do Eixo dentro do Estado de Rondônia.

A rota foi feita do dia 07 ao dia 12 de fevereiro, contabilizando 105h no total, divididas em 44h em Ji-Paraná, 46h em Cacoal e 15h em Vilhena. São mais de 1.400 km percorridos totalizando 20h na estrada. Foram realizadas sete reuniões nesse período, cinco de mobilização e integração entre os coletivos e duas de apoio e parceria com as fundações culturais. Além disso foram feitas 2 visitas para firmar parcerias e contatos. Com uma quantidade de mais de 106 pessoas envolvidas direta e indiretamente.

Todos os locais que os gestores passaram, tiveram hospedagem solidária e alimentação. Sendo muito bem recebidos nas casas de Raphael Amorim (Interior Alternativo), Fernando Húngaro (Arcus) e Nettu Regert (Ekatu), que abriram suas portas de uma forma que abrigaram não só três gestores, como também uma experiência muito gratificante com base na economia solidária, onde todos trocaram suas experiências, manias, e estimularam uns aos outros.

A coluna conseguiu definir várias questões sobre o Grito Rock e ajudou a estruturar a organização dos coletivos para essa produção que servirá como base dos “novos quadros” e  ainda firmar apoios para o festival. Sem deixar dúvidas de que foi muito proveitosa e todos adquiriram uma experiência que é só começo de um vínculo de muitas outras vivências, imersões e reuniões que estão conectando cada vez mais pessoas. Abrindo possibilidades para novas ideias, para novos caminhos, e estruturação de novos pontos na rede.

Banda In’água – Lançamento do EP “Registro”

Foto: Luana Lopes

Em fevereiro de 2011 na cidade de Porto Velho/RO a Banda In’água surgiu em meio a um projeto que começou como um experimento, mas que depois ganhou uma força muito maior. Thiago Maziero e Luis Paulo explicaram que tudo começou quando o Coletivo Cultura e Arte Organizando o Social – C.A.O.S. decidiu alugar uma casa, que se tornou a Casa Fora do Eixo Rondônia, um ponto de rede do circuito Fora do Eixo.  Com o intuito de criar um estúdio onde as bandas parceiras tivessem um local para ensaiar e gravar. Esse estúdio chamado “Le Caos” foi o ponto chave para formação da banda, sendo o local onde os músicos desenvolviam e trocavam idéias para a construção de seus trabalhos. Eles contaram que todos os integrantes se conheceram tocando na noite portovelhense, e que inclusive umas partes deles já tocaram juntos em bares da cidade, tornando assim uma aproximação muito maior entre eles.

A banda tem em sua formação músicos que trazem consigo fortes pensamentos e experiências: Thiago Maziero (violão e voz), com uma visão que surgiu de um reflexo do impacto que sofreu por ficar um período fora da cidade, que se uniu com as idéias de Luis Paulo (baixo e sampler), com seu som eletrônico, adicionando Cleyton Lira (percussão), um pernambucano que rodou o mundo e que é cheio de historias pra contar, com Rinaldo Santos (guitarra, sampler) que tem uma sensibilidade de arranjos musicais.

                      

Luis Paulo

Thiago Maziero

O som dos meninos é uma mistura de músicas percussivas brasileiras com programações e violão. Eles demonstram conhecer muito da cena musical de Porto Velho, e visualizam isso como uma das culturas mais plurais, onde encontram funk, punk, samba, reggae, música cariberana, reagaton e vários estilos que dão forma a música popular beradeira. A grande vontade da banda depois de um ano de experimentos, foi tomar outros caminhos diferentes do que tinham no passado. Chegaram mais próximos de uma identidade, agrupando todos os conceitos que eles têm, com os loops, e beats que o Luis Paulo produz, adotando essa parte eletrônica, e em cima colocando a percussão. A intenção da banda é juntar ritmos percussivos brasileiros e percussões eletrônicas.

Rinaldo Santos

Falando de suas influências Thiago Maziero diz, “não sou um escritor massivo, eu tinha muita coisa guardada ao longo dos anos, e peguei essas letras que abrangem diversos assuntos, mas que hoje já criaram um conceito que contextualiza com as coisas que estão acontecendo em Porto Velho e no mundo. Uma referencia de um choque, que após uma temporada fora da cidade, encontrei Porto Velho em meio a um transito caótico, “capengando na política”, com saúde e educação prejudicadas”.

Sua primeira apresentação foi um convite para participarem do Festival de Musica do SESC e fazer uma gravação da música chamada “Alto Madeira”, que vai sair no CD do festival este ano. Tocaram em alguns festivais em 2012 como o Ferrovia Rock (Porto Velho) em novembro, Fora do Eixo (São Paulo) durante o IV Congresso Fora do Eixo no final de 2012, tocando junto com a banda Beradelia que “juntando as bandas formamos uma parcela de um grande circo beradélico” diz Thiago.

A In’água está lançando o primeiro EP “Registro” no Grito Rock Acre (Maior Festival Integrado da América Latina) dia 17 de fevereiro, com a parceria do Jeferson Gonçalves (Theoria das Cordas), são seis músicas, mais um bônus track que vai pro documentário da ultima exposição solo da artista plástica Rita Queiroz.

As expectativas para o lançamento do EP são as melhore possíveis. Thiago diz “eu amo o Acre, sou rondoniense, mas criei uma conexão e um apego pela cidade e pela galera que conheci ao longo dos anos que fui visitar a cidade.” “Também já toquei e tenho muitas boas lembranças de tocar lá no flutuante, com uma expectativa grande contar com a participação do Rannyere Canuto na bateria, e ansioso pra ver as outras atrações” diz Luis Paulo.

Rannyere Canuto

Acre é uma terra que onde os meninos já tocaram e estão muito ansiosos pra voltar, fortalecendo a conexão de micro rota entre Acre e Rondônia, tornando sua primeira apresentação do ano inesquecível, e ainda com a participação no show da banda Discordantes. A banda vai circular também pelo Grito Rock Porto Velho e Candeias do Jamarí em Rondônia.

As músicas mais recomendadas por eles são “Ela é Pernambucana”, “Globalização”, “Queimamos a solução” que é uma critica as queimadas, tanto urbanas quanto de terrenos e desmatamentos. Rondônia tem um dos mais altos índices de queimadas, muito pelo descaso do povo, que por preguiça coloca fogo no próprio quintal e o desmatamento que continua crescendo ao longo dos anos. E a música “Viu?!” com uma bateria e percussão fantástica, a música relata um sentimento do compositor Thiago Maziero. Ele diz que sentiu interesse depois de muito tempo em colocar sua “musa” em destaque, um anseio que sentiu e que através da musica retratou o que alguns dizem que foi um “soco na cara” pela forma que a musica é desenrolada, com frases como “eu quero mais tomar chave de perna, acabar sempre sem fôlego e afogar-me em teu suor…”, e que foram pra ele uma das melhores que gravaram nesse trabalho.

Para ouvir a banda e download acesse:

http://inagua.tnb.art.br/

Capa do EP “Registro”

capa a4

Compacto.Arte – Pré Grito Rock 2012 Porto Velho

Arte: Gaspar Knyppel e Thiago Maziero

 

O núcleo Poéticas Visuais da Casa Fora do Eixo Rondônia, frente que trabalha com a imagem no Fora do Eixo – vai realizar um Compacto.Arte, como forma de interação colaborativa da imagem com o ambiente comum. Composta por intervenções visuais, o projeto foi idealizado pelo Coletivo Ser Urbano e teve início na Casa Fora do Eixo São Paulo, onde já há intervenções de 135 artistas, e hoje é realizado por diversos pontos da rede.

Em uma ação pré Grito Rock 2012, artistas plásticos, grafiteiros, escultores, designers, pintores e demais artistas visuais foram convidados para uma intervenção que revitalizará a casa, formando um painel cultural. Além disso a noite terá uma programação com uma mesa de debates com o tema “Fora do Eixo” para que os artistas e convidados possam conhecer a rede. Contará também com uma apresentação do “Circo Beradélico” fazendo um som animando os convidados, e exibição de filmes pelo Clube de Cinema – CDC. Para participar desse evento, entre em contato, enviando um email para o núcleo de comunicação:

neila.coletivocaos@gmail.com

gaspar.coletivocaos@gmail.com

#CoberturaColaborativa do Grito Rock Porto Velho’12

A #CoberturaColaborativa é uma tecnologia de trocas que deu muito certo e ganhou espaço em festivais de música, oficinas e eventos de cultura independente do Brasil, especialmente os ligados ao Circuito Fora do Eixo, então através do Grito Rock Porto Velho’12 vamos lançar nossa primeira #CoberturaColaborativa.

Os interessados em participar devem se inscrever aqui nesse LINK DE INSCRIÇÃO!

Na cobertura, os participantes podem produzir diversos conteúdos como resenhas críticas das bandas, shows, entrevistas, fotos, vídeos, entre outros materiais de diversas mídias. Os materiais são veiculados pela internet através do blog, facebook, twitter, youtube entre outros.

A produção colaborativa é bastante atual e caminha junto aos conceitos de internet livre, democratização de acesso e inteligência coletiva. Ela pode ser definida como um processo criativo coletivo no qual a informação não possui caráter único, podendo ser alterada por todos e captada a partir de diferentes olhares. Além de estimular a produção e o fomento de conteúdo, e da articulação de novos agentes interessados em movimentar a cena cultural local.

Então é isso galera, tenham uma ótima #CoberturaColaborativa!!

Festival Grito do Rock 2012 em Rondônia abre inscrições para Artistas e Bandas

O maior Festival Integrado das Américas chega à décima edição, alcança a Europa e propõe alternativas colaborativas e sustentáveis de produção e circulação de artistas, agentes e tecnologias.

Idealizado em 2002, em Cuiabá, pelo Espaço Cubo – um dos coletivos que deu origem ao Fora do Eixo – FDE, o Festival Grito Rock é uma alternativa ao Carnaval e uma plataforma independente de circulação. Este ano, o projeto ocorre de 17 de fevereiro a 17 de março e reúne produtores de 200 cidades e 15 países, o que representa um aumento de 55% em relação a 2011, quando 130 cidades e 10 países sediaram o festival.

Em Rondônia o Festival será realizado em 4 cidades durante o mês de março, nos dias 02 e 04 em Vilhena, 09 e 10 em Cacoal, 10 e 11 em Ji-Paraná e 16 e 17 em Porto Velho. Através dessa agenda será possível a integração e micro-rotas, facilitando a circulação de agentes, produtores, artistas e bandas, fomentando as trocas de tecnologias sociais, intercâmbio e incentivando a produção e a formação profissional, em projetos voltados ao setor cultural. Em Porto Velho essa é a sexta edição e terceira realizada pelo Coletivo Cultura e Arte Organizando o Social – C.A.O.S., ponto de rede do Circuito Fora do Eixo, uma rede de coletivos que atua como multiplicador da cultura, e não apenas no fomento, mas também no estímulo à formação de seus agentes culturais. Em Vilhena já foram 3 edições e a quarta edição esta sendo realizada pelo coletivo Ekatu um grupo de produção, difusão e articulação de Cultura. Já na cidade de Cacoal, através do Arte e Cultura Social – ARCUS novo na rede, criado para esta edição, mas com a promessa de não parar nesta e nesse único evento, junto com a Associação dos Atores do N.A.D. A promovem a primeira edição na cidade. Em Ji-Paraná o Interior Alternativo, que também está ligado à rede, e a manifestações independentes, está realizando sua segunda edição. Artistas e Bandas já podem fazer sua inscrição para as oportunidades no Toque no Brasil (http://tnb.art.br) visualizando a circulação dentro do Estado de Rondônia.

As edições de cada cidade são produzidas de forma interdependentes, e tudo, principalmente a logística entre elas, é construído colaborativamente com o propósito de tornar sustentável a circulação de artistas, agentes, produtores, produtos e tecnologias.

Em 2011, pela primeira vez, o Grito Rock foi executado nos 26 estados brasileiros e em outros 8 países (com cidades da América do Sul e Central). Para 2012 já são 15 países, incluindo o continente europeu e o México.

Grito Rock Internacional

Reflexo da conexão com diversos países latinos, este ano o Grito Rock se soma a 15 países e se estabelece em 14 cidades estrangeiras. Vários representantes da América do Sul e Central participam da décima edição: Honduras, Costa Rica, Guatemala, Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Honduras e Nicarágua.

O Festival ocorre também na Cidade do México, Los Angeles e em Braga (Portugal), realizado por brasileiros em parceria com agentes locais. “Recebi um convite e achei ótima a ideia de fomentar um evento brasileiro junto com mexicanos que já trabalham com o cenário independente, é uma grande chance de conectar os dois países através da música” – comenta a brasileira Marina Paschoalli, que está na produção do Grito Rock na capital mexicana.

Balanço

Até o momento foram registradas 203 inscrições, sendo que 61 cidades estão realizando o Grito Rock pela primeira vez. Entre os produtores, 38 estão na Região Sul, 36 da Região Nordeste, 81 no Sudeste, 13 no Centro Oeste e 19 na Região Norte. Desses produtores, 32,5% são de Pontos ligados à rede Fora do Eixo, 25,% são pontos parceiros, enquanto 14,7% ainda não desenvolveram relação com o FdE, mostrando que o projeto transcende o Circuito e atrai produtores de maneira diversos para a realização do Festival.

Mais informações

http://tnb.art.br/

http://gritorock.com.br/

http://coletivoekatu.wordpress.com/

http://coletivoarcus.wordpress.com/

http://interioralternativo.blogspot.com/

Banda Versalle

A Casa Fora do Eixo Rondônia teve o prazer de receber, ontem (11), Italo Carlos e Rômulo Pacifico da banda Versalle, para fazer um bate-papo sobre sua história, seus projetos, e conquistas. Formada no final de 2009, na época, apenas uma banda de garagem que tocava covers de artistas, estes que influenciaram na criação de seu som e sua identidade, e ao longo do tempo deram origem as suas composições que foram aparecendo naturalmente.

Italo e Rômulo



“EP”

Os meninos começaram a conversa explicando um pouco de como foi o andamento deles desde sua formação, e pra chegar até hoje, eles tiveram que fazer muito esforço e trabalho, dando prioridade a banda, foram juntando dinheiro para entrar em estúdio e gravar seus dois primeiros singles, “Atrás da Solidão” e “Prezado Coração”, lançados virtualmente para quem quisesse baixar no myspace da banda. Não muito tempo depois, e não satisfeitos, eles gravaram o EP “Versalle”, possuindo oito faixas, com destaque para “Combinado” e o “Modelo Adequado”, lançado em janeiro de 2011.



                                                                       foto: Avener Prado

A banda passou pela saída do Rubens Barata (ex-baixista), e hoje é composta por Criston Lucas no vocal e guitarra, Rômulo Pacífico na Guitarra e backing vocals, Italo Carlos no Baixo e Igor Jordir na Bateria. Eles tem na bagagem além dos eventos que tocaram, o Festival Casarão 11º em Porto Velho/RO como referência, e estão entrando em 2012 com todo gás, começando com a agenda no evento BERA NIGHT, no próximo sábado (14), uma produção da Casa Fora do Eixo RO, que vai ocorrer na Batkaverna localizada na Galeria Lacerda, outro evento dia 21 no Iceberg, e dia 28 no Espaço Cultural Palhucas em Rio Branco/AC.

Entrando na conversa sobre o som que os meninos fazem, Rômulo comentou: “a galera fala que nossa banda faz um som triste, mas para mim o som que fazemos é o que eu gosto, e se não fosse nosso, eu curtiria e ouviria”. Para ele a proposta da banda é exatamente essa, algo que fugisse do padrão que estava rolando na cidade, “a pegada diferente que estava faltando”. O plano deles para esse ano é continuar produzindo, aproveitando as oportunidades para tocar em eventos e festivais, como mencionaram fazer sua inscrição no Grito do Rock, dispostos a viajar e participar de intercâmbio de bandas, e também pensando em como fazer o som crescer e ficar ajustado, “deixar a banda com um som redondo” como diz Ítalo (baixista). Tem como meta investir na comunicação da banda, aumentando sua visibilidade com o público, e até o começo do ano que vem fazer a gravação de um CD, de melhor qualidade, que contenha músicas antigas e novas produções.


Aproveitando o momento, o bate-papo finalizou com um passeio pela casa, e os garotos também puderam conhecer o trabalho produzido, tirando suas dúvidas sobre o Circuito Fora do Eixo, desde a troca de serviços e o campo simbólico que isso envolve. Como também a divisão de funções e seus núcleos, os ambientes de trabalho, as movimentações políticas culturais e sociais e os planos de ações durante o ano.


Para saber mais sobre a banda acesse:


http://www.myspace.com/bandaversalle

Email: banda.versalle@hotmail.com

Texto: Neila Azevedo

Coletivo C.A.O.S – Cultura e Arte Organizando o Social

Ponto Fora do Eixo Rondônia

Grito Rock 2012 – recebe inscrição de produtores até a próxima quinta (12)

O maior festival integrado da América Latina chega à sexta edição e deveintegrar 200 cidades

Previsto para ocorrer entre os dias 17 de fevereiroe 17 de março em 2012, o Festival Grito Rock recebe cadastro de cidadesinteressadas em promover o projeto até o dia 12 de janeiro. Para participar énecessário que o produtor desenvolva trabalhos exclusivamente no setor dacultura independente, leia o regulamento e se inscreva através de um formulário online, disponível no sitedo Grito Rock(gritorock.com.br). Cerca de 120 municípios já efetuaram inscrição.
Quem for realizar o projeto pela primeira vezprecisa enviar uma clipagem com matérias publicadas em veículos de comunicação,que comprove a atuação no ramo, para o email: gritorock@foradoeixo.org.br.
Mais Grito Rock
O Festival foi idealizado pelo coletivo Espaço Cubono ano de 2003, em Cuiabá (MT), como uma alternativa ao carnaval tradicional.Entretanto, a partir da atuação do Circuito Fora do Eixo – uma rede nacional decoletivos de produção cultural criada em 2005 – o projeto se ampliou geográficae conceitualmente, envolvendo produtores de todo o país. No ano passado, o GritoRock aconteceu em mais de 130 cidades, movimentando 2 mil bandas eaproximadamente 200 mil expectadores. Além do Brasil, países como Argentina,Uruguai, Bolívia, Chile, Panamá e Honduras realizaram o Festival.


Beradelia – Grito do Rock 2011


Coletivo C.A.O.S – Cultura e Arte Organizando o Social

Ponto Fora do Eixo Rondônia